Eu escrevo, Amo te
(...) lembrei-me do presente e fui naquela bomboniére.
Mandei preparar uma cesta enfeitada com laços vermelhos, recheada de chocolates finos.
Cheguei na porta, ganhei um sorriso.
E um abraço.
Me olhou fundo nos meus olhos.
Notou as gotas de suor que seguiam caindo.
Olhou para baixo, e as minhas mãos ,nervosas, esfregavam-se uma na outra.
Meus lábios apertados, rosto franzido, expressão pálida.
Me disse que o amor pode tudo.
Mas implica alguma coragem...
De volta para casa depois, fechei a porta do quarto, acendi a luz.
Mandei preparar uma cesta enfeitada com laços vermelhos, recheada de chocolates finos.
Cheguei na porta, ganhei um sorriso.
E um abraço.
Me olhou fundo nos meus olhos.
Notou as gotas de suor que seguiam caindo.
Olhou para baixo, e as minhas mãos ,nervosas, esfregavam-se uma na outra.
Meus lábios apertados, rosto franzido, expressão pálida.
Me disse que o amor pode tudo.
Mas implica alguma coragem...
De volta para casa depois, fechei a porta do quarto, acendi a luz.
Sentado no assoalho de casa, olhando para o vazio do teto branco.
Pensando naquelas palavras que tem tanto de mim, que parece que as palavras mexem em algo tão pessoal que, se eu abrir a boca para falar sobre eles, estarei falando sobre você também.
Sem teus olhos, com certeza manterei minha decisão, pois não tenho nada mais a não ser uma caneta e um papel à mão para que eu possa tentar expressar todos os meus sentimentos.
Sentimentos no papel que sustenta, ainda, frases engasgadas que não puderam ser ditas,que se esfumam com o passar do tempo.
Aqui, nada me acrescenta a não ser lembrar-me de que neste mundo eu nunca estou sozinho.
O meu pequeno mundo sem pesar mais que folhas de papel.
Há muito tempo, eu a tenho em meus escritos.